A Amanuense

Amanuense Livros nasce da conclusão de que histórias permeiam todos os aspectos fundamentais da vida. O ato de contar histórias está por trás de equações matemáticas, proezas da engenharia, revoluções, tragédias pessoais e públicas e está refletido na natureza ao nosso redor e no céu acima de nossas cabeças. Dentro deste espírito, surge a ideia de trabalhar com a edição e a publicação de narrativas.

Com nosso selo, o leitor verá publicado biografia, reportagem, ensaio, poesia, ficção nacional e estrangeira.

Somos também uma editora de livros técnicos nas áreas de Direito e de Psicologia.

Confiamos no processo de leitura e de produção de conhecimento como as principais formas de autodeterminação das pessoas.

Somos feitos de histórias.

Sejam bem-vindos!

 

POR QUE AMANUENSE?

Antes de descrever a profissão de escriturário e de remeter ao ambiente próprio das repartições públicas, a palavra amanuense tem suas origens no ofício de copista, o sacerdote das letras que transformava a linguagem abstrata em algo tangível. Enquanto que, no nosso tempo, a leitura e a escrita são habilidades difundidas em massa, pré-requisitos, na verdade, para o exercício da cidadania e de uma profissão, na idade antiga e, mesmo depois, ambas correspondiam a conhecimentos especialíssimos, dominados apenas por classes sociais comprometidas em aprender sua ciência, próximo do que ocorre hoje com a física teórica, a medicina e a engenharia. Relegado, no presente, ao sentido do trabalho burocrático, ao registro de documentos e à redundância dos procedimentos legais, o ofício de amanuense foi exercido, não por acaso, por gigantes da literatura como Charles Dickens e Lima Barreto. É nessa tradição que a publicação de livros e o solitário exercício da leitura estão situados.

 

quem faz a amanuense livros

 

 

BADRIE HAIDAR
Gerente administrativa

 

Badrie é responsável por manter nos trilhos a parte administrativa da Amanuense Livros, coisa que nenhum dos fundadores da editora tem a menor capacidade de fazer. Tem paixão por livros e por gente, o que faz dela a pessoa certa no lugar certo. Trabalhou na estrutura administrativa de áreas tão diversas quanto a hospitalar e a indústria têxtil. Ajudou ainda a botar ordem na bagunça de escritórios de advocacia, lojas de comércio varejista e atuava, antes de entrar no time da Amanuense, como vendedora em empresas de artigos para mães, gestantes e bebês.

 

 

LUCIANA HUBER
Diretora de arte

 

Luciana cuida de toda a parte gráfica da Amanuense, da concepção das capas e do projeto gráfico dos livros à diagramação e escolha de fontes de notas de rodapé. Bota a mão na massa em tudo, literalmente. Suas andanças pelo mundo incluem longas estadias na Suíça, onde estudou Design Gráfico, e no interior de Mato Grosso, onde cresceu em meio a onças, borrachudos, queixadas e emas. Faz uns 20 anos que se refugiou em São Paulo e ficou porque, ela jura, se apaixonou pela calmaria da cidade. No Brasil, trabalhou nas revistas CartaCapital e Horizonte Geográfico. Além da belezura dos livros da Amanuense, responde pelo projeto do Anuário da Justiça, publicado pelo site Consultor Jurídico.

 

 

RAFAEL BALIARDO
Editor

 

Rafael viveu a maior parte de sua vida adulta profissional em Brasília, onde, entre recuos e hesitações, atuou como jornalista escrevendo sobre literatura, artes e ciência. Após viver nos Estados Unidos, abandonou as humanidades para escrever sobre decisões judiciais e advogados. Depois, foi consultor na área de comunicação e relações públicas. Natural de Carazinho e criado em Porto Alegre, capital meridional da última fronteira da colonização portuguesa nas Américas, vive atualmente com a mulher e os dois filhos na Ilha do Príncipe Eduardo, pequena e rural província marítima situada na costa atlântica do Canadá. Seu primeiro livro, o volume de contos “Virtuose, O Castigo do Artista e outras histórias”, será publicado em 2020 pela Amanuense.

 

 

RODRIGO HAIDAR
Editor

 

Rodrigo é jornalista há mais de 20 anos. Dedicou a maior parte da carreira à cobertura do mundo dos tribunais e da rotina de juízes e advogados desde o tempo em que a Justiça não fazia manchetes. Dirigiu a redação do mais tradicional portal de notícias sobre o Judiciário, o site Consultor Jurídico, por onde também comandou a cobertura do STF e das cortes superiores em Brasília. Atuou ainda em veículos como o extinto Diário Popular, CartaCapital e iG. Depois de anos na capital da República, voltou para São Paulo, onde nasceu e cresceu, e trocou o desvario do jornalismo diário pela profissão de fé no mercado livreiro e editorial. Além de cuidar das publicações da Amanuense, ainda se dedica ao jornalismo jurídico com seus comentários na rádio BandNews FM, na coluna Pensa Brasil.